terça-feira, 16 de março de 2010

LIVRO - Cultura da Convergência

Cap.- 01 - Desenvolvendo Os Segredos de Survivor

   Aqui entramos em uma parte curiosa do livro, pois a partir deste capitulo o autor, mostra através de cases, sobre programas de TV e Filmes, as relações, não só dos espectadores sobre os shows, mas como elas influenciam de forma, muitas vezes, deterministas o encaminhamento do produto.
   No caso deste capitulo, o estudo cai sobre um programa de Reality Show conhecido como SUVIVOR, um grande sucesso nos EUA (e no mundo) aonde as comunidades de Mídias Sócias com seus fãs tem uma influencia marcante na serie.
    Basicamente é retratada uma historia de um spoiler (como se fosse um fã), o ChillOne, quem em uma de suas aparentes viagens descobre o local aonde ocorre o reality e através de inferências e deduções ele cria uma lógica construtiva de como o show deve se comportar ate o fim da temporada. O show é muito parecido com que conhecemos aqui no Brasil como Big Brother Brasil (BBB), aonde ocorrem algumas provas e as pessoas podem ser eliminadas. Esse tal de ChillOne se torna uma figura tão poderosa que influencia toda a temporada e recai sobre ele algumas especulações sobre o quanto realmente ele é um spoiler ou é um "agente infiltrado" da própria emissora para causar esses acontecimentos. O fato é que a  emissora e o próprio ChillOne negam até um ponto em que há embates jurídicos. Até hoje ninguém sabe a verdade, e possivelmente nunca saberemos, a não ser que la pelos 80 anos o ChillOne resolva escrever um livro de memórias.
   A grande questão não é o ChillOne, mas a discussão sobre a influencia das mídias sociais e os fãs de uma serie, por exemplo. O que o autor repara é que desde o momento que antecede o inicio do show, ate depois do seu fim, um grande conglomerado de pessoas começam a postar em seus Blogs, Sites, Sites de Relacionamento etc, uma infinidade de "pistas" sobre o que possivelmente ocorra ao decorrer da temporada, gerando uma especulação, que a partir de um momento, ninguém mais sabe se é verdade ou mentira. Muitas destas comunidades põem cenas ou vídeos como prova de sua argumentação, o que vira uma verdadeira febre. O mais curioso é que isso sempre ocorreu, só que com o advento da WWW, as coisas se tornam quase que instantâneas assim como as especulações.
   O quanto, neste momento histórico em que vivemos as nossas ações realmente se torna fundamental para a existência do sistema. Por exemplo, aqui no Brasil, existem vários relatos, de atores e autores, por exemplo, de novelas que fala o quanto eles encaminham as historias das novelas de acordo com a percepção ou desejo de seu publico.
   Mas talvez o comentário mais inusitado é que existe uma linha tênue entre o que o publico deseja saber e mesmo assim continuara a acompanhar a serie e o que vai ser um grande estraga prazer. Hoje os diretores e idealizadores têm que pensar em tudo isso. Geralmente sabemos como começa mas não como termina. 
   Não é por acaso que cada vez mais as TV´s abertas estão investindo em programas de uma dinâmica espontânea, o que conhecemos como "IMPROVISO", aonde o próprio publico participa da temática e do show. Não só em shows, mas na vida cotidiana temos que nos mostrar capazes de agir com improviso.




analise: Hulk Giannelli


LIVRO - Cultura da Convergência

Cap.- 01 - Desenvolvendo Os Segredos de Survivor

   Aqui entramos em uma parte curiosa do livro, pois a partir deste capitulo o autor, mostra através de cases, sobre programas de TV e Filmes, as relações, não só dos espectadores sobre os shows, mas como elas influenciam de forma, muitas vezes, deterministas o encaminhamento do produto.
   No caso deste capitulo, o estudo cai sobre um programa de Reality Show conhecido como SUVIVOR, um grande sucesso nos EUA (e no mundo) aonde as comunidades de Mídias Sócias com seus fãs tem uma influencia marcante na serie.
    Basicamente é retratada uma historia de um spoiler (como se fosse um fã), o ChillOne, quem em uma de suas aparentes viagens descobre o local aonde ocorre o reality e através de inferências e deduções ele cria uma lógica construtiva de como o show deve se comportar ate o fim da temporada. O show é muito parecido com que conhecemos aqui no Brasil como Big Brother Brasil (BBB), aonde ocorrem algumas provas e as pessoas podem ser eliminadas. Esse tal de ChillOne se torna uma figura tão poderosa que influencia toda a temporada e recai sobre ele algumas especulações sobre o quanto realmente ele é um spoiler ou é um "agente infiltrado" da própria emissora para causar esses acontecimentos. O fato é que a  emissora e o próprio ChillOne negam até um ponto em que há embates jurídicos. Até hoje ninguém sabe a verdade, e possivelmente nunca saberemos, a não ser que la pelos 80 anos o ChillOne resolva escrever um livro de memórias.
   A grande questão não é o ChillOne, mas a discussão sobre a influencia das mídias sociais e os fãs de uma serie, por exemplo. O que o autor repara é que desde o momento que antecede o inicio do show, ate depois do seu fim, um grande conglomerado de pessoas começam a postar em seus Blogs, Sites, Sites de Relacionamento etc, uma infinidade de "pistas" sobre o que possivelmente ocorra ao decorrer da temporada, gerando uma especulação, que a partir de um momento, ninguém mais sabe se é verdade ou mentira. Muitas destas comunidades põem cenas ou vídeos como prova de sua argumentação, o que vira uma verdadeira febre. O mais curioso é que isso sempre ocorreu, só que com o advento da WWW, as coisas se tornam quase que instantâneas assim como as especulações.
   O quanto, neste momento histórico em que vivemos as nossas ações realmente se torna fundamental para a existência do sistema. Por exemplo, aqui no Brasil, existem vários relatos, de atores e autores, por exemplo, de novelas que fala o quanto eles encaminham as historias das novelas de acordo com a percepção ou desejo de seu publico.
   Mas talvez o comentário mais inusitado é que existe uma linha tênue entre o que o publico deseja saber e mesmo assim continuara a acompanhar a serie e o que vai ser um grande estraga prazer. Hoje os diretores e idealizadores têm que pensar em tudo isso. Geralmente sabemos como começa mas não como termina. 
   Não é por acaso que cada vez mais as TV´s abertas estão investindo em programas de uma dinâmica espontânea, o que conhecemos como "IMPROVISO", aonde o próprio publico participa da temática e do show. Não só em shows, mas na vida cotidiana temos que nos mostrar capazes de agir com improviso.




analise: Hulk Giannelli


segunda-feira, 15 de março de 2010

LIVRO - Cultura da Convergência

Introdução
 No capitulo de introdução já temos um pouco do que sera contado, ou melhor abordado no livro (assim como toda boa introdução).
O livro mostra que ao contrario do que todos estavam acreditando, na verdade uma parte,  a tendência dos bens de consumo não é virar uma unica coisa, fenômeno conhecido como Black Box, que diz que todos os produtos que temos em casa, como, video games, video cassete, DVD, TV etc. em um futuro estariam todos concentrados em um unico aparelho. Pois é acreditava, ate momento nisso. 
Mas na verdade o que o discurso do livro nos mostra, é que a tendência dos objetos é de ter uma divergência enquanto o conteúdo é que sofre a convergência, pois, como seres plurais, temos, não só a capacidade mas a necessidade de convivio social. Neste ponto de vista somos levados a perceber que fazemos diversas coisas, ao longo do dia ( e de nossas vidas) que estão relacionadas a varios tipos de situação e lugares. Deste modo, temos varios aparelhos que cumprem funções diferentes, com o mesmo tipo de conteudo. Quantas pessoas não possuem dois ou mais celulares, por exemplo, um para o trabalho e outro para a vida particular.
A real tendência das coisas são elas ganharem uma capacidade de cada vez mais atenderem nossas necessidades especificas, por mais que cumpram ou fação a mesma coisa, mas os niveis hierárquicos da informações podem ser diferente, por exemplo, o GPS, por mais que tenhamos o Google Earth e consultemos os mapas, não vamos nos sentir confortáveis de instalar um sistema de rastreamento no nosso Lep e colocarmos no carro para que ele nos de a instrução de como chegar, ou vamos?
Ate como designer, tenho uma posição sobre isso, a uma ideia de que  não vamos fazer produtos cada vez mais especificos, mas, agora mais do que nunca, precisamos entender para que ele cerve, e no que pode me ajudar, tempos que nos propor repensar o uso.
Um dos grandes boons, desta nova revolução, conhecida como a revolução da informação, assim como a revolução industrial no inicio do século passado, é a informação não ter mais forma, ou de papel ou de fita ou de vídeo ou mesmo monetário. Elas podem estar e estão em todos os lugares, mas o que determina seu acesso é a nossa necessidade, o nosso uso.
Com o boom das redes sociais e a invenção, ou melhor a popularização da WWW (World Wide Web), esta capacidade de estar em varios lugares ao mesmo tempo fica  conhecida como Transmídia, a mídia que transita, ou a transição da mídia ou etc.A televisão naõ morreu, assim como o radio, eles simplesmente trnsmutaram de forma.


Analise: Hulk Giannelli



LIVRO - Cultura da Convergência

Introdução
 No capitulo de introdução já temos um pouco do que sera contado, ou melhor abordado no livro (assim como toda boa introdução).
O livro mostra que ao contrario do que todos estavam acreditando, na verdade uma parte,  a tendência dos bens de consumo não é virar uma unica coisa, fenômeno conhecido como Black Box, que diz que todos os produtos que temos em casa, como, video games, video cassete, DVD, TV etc. em um futuro estariam todos concentrados em um unico aparelho. Pois é acreditava, ate momento nisso. 
Mas na verdade o que o discurso do livro nos mostra, é que a tendência dos objetos é de ter uma divergência enquanto o conteúdo é que sofre a convergência, pois, como seres plurais, temos, não só a capacidade mas a necessidade de convivio social. Neste ponto de vista somos levados a perceber que fazemos diversas coisas, ao longo do dia ( e de nossas vidas) que estão relacionadas a varios tipos de situação e lugares. Deste modo, temos varios aparelhos que cumprem funções diferentes, com o mesmo tipo de conteudo. Quantas pessoas não possuem dois ou mais celulares, por exemplo, um para o trabalho e outro para a vida particular.
A real tendência das coisas são elas ganharem uma capacidade de cada vez mais atenderem nossas necessidades especificas, por mais que cumpram ou fação a mesma coisa, mas os niveis hierárquicos da informações podem ser diferente, por exemplo, o GPS, por mais que tenhamos o Google Earth e consultemos os mapas, não vamos nos sentir confortáveis de instalar um sistema de rastreamento no nosso Lep e colocarmos no carro para que ele nos de a instrução de como chegar, ou vamos?
Ate como designer, tenho uma posição sobre isso, a uma ideia de que  não vamos fazer produtos cada vez mais especificos, mas, agora mais do que nunca, precisamos entender para que ele cerve, e no que pode me ajudar, tempos que nos propor repensar o uso.
Um dos grandes boons, desta nova revolução, conhecida como a revolução da informação, assim como a revolução industrial no inicio do século passado, é a informação não ter mais forma, ou de papel ou de fita ou de vídeo ou mesmo monetário. Elas podem estar e estão em todos os lugares, mas o que determina seu acesso é a nossa necessidade, o nosso uso.
Com o boom das redes sociais e a invenção, ou melhor a popularização da WWW (World Wide Web), esta capacidade de estar em varios lugares ao mesmo tempo fica  conhecida como Transmídia, a mídia que transita, ou a transição da mídia ou etc.A televisão naõ morreu, assim como o radio, eles simplesmente trnsmutaram de forma.


Analise: Hulk Giannelli



sexta-feira, 12 de março de 2010

Cultura da Convergência -design de Produto e Visual

Estou em um processo de descobertas. Apos ter saido do escritorio Nódesign, ao qual fui um dos 4 sócios fundadores e permaneci la por 10 anos, uma reviravolta de informações me surgiram de uma forma quase que automática.
Ainda continuo firme e forte na condição de Design De Produto, o que posso dizer ser a minha grande paixão, mas hoje sou gestor de projetos de uma agencia de TRANSMIDIA, (erroneamente falando uma agencia que faz sites com integração de sistema de cultura da internet, ou mídias sociais).
Ja estou na minha quarta literatura sobre o assunto, e posso dizer, ate como professor do IED, que não existe produto sem conteúdo informativo, ou seja, por mais que vc faça uma cadeira ela diz algo sobre seu lugar na historia.
O Ultimo livro que li a respeito deste movimento de massa, conhecido popularmente como Mídias Sociais, foi o "A Galáxia Da Internet" de um dos maiores pensadores da area, o autor Manuel Castells. O assunto flutua sobre como chegamos ate a Era da Informação...que é o estado atual da cultura humana.
Porem algo mais surpreendente me aconteceu, no livro que leio neste momento, esta mostrando um panorama do momento que vivemos a caminho do futuro e como a mídia esta lidando com isso. O livro "CULTURA DA CONVERGÊNCIA", do autor Henry Jenkins, mostra fronteiras culturais e de tendência muito mais claras e que deixam rastros de suas futuras evidencias. O mais interessante é que muitas coisas do que achavamos tendencia, principalmente sobre existir um único produto (Black Box) que fizesse tudo, a realidade, no |Ponto de vista de Nós designers de Produto, é que surgirão diversos aparelhos que poderão fazer as mesmas funções.....
Não vou falar muito mais sobre isso aqui neste post, pois quero fazer uma resenha analitica de cada um dos livros começando com A Galaxia da Internet... (isso sim é ser funcional)

Cultura da Convergência -design de Produto e Visual

Estou em um processo de descobertas. Apos ter saido do escritorio Nódesign, ao qual fui um dos 4 sócios fundadores e permaneci la por 10 anos, uma reviravolta de informações me surgiram de uma forma quase que automática.
Ainda continuo firme e forte na condição de Design De Produto, o que posso dizer ser a minha grande paixão, mas hoje sou gestor de projetos de uma agencia de TRANSMIDIA, (erroneamente falando uma agencia que faz sites com integração de sistema de cultura da internet, ou mídias sociais).
Ja estou na minha quarta literatura sobre o assunto, e posso dizer, ate como professor do IED, que não existe produto sem conteúdo informativo, ou seja, por mais que vc faça uma cadeira ela diz algo sobre seu lugar na historia.
O Ultimo livro que li a respeito deste movimento de massa, conhecido popularmente como Mídias Sociais, foi o "A Galáxia Da Internet" de um dos maiores pensadores da area, o autor Manuel Castells. O assunto flutua sobre como chegamos ate a Era da Informação...que é o estado atual da cultura humana.
Porem algo mais surpreendente me aconteceu, no livro que leio neste momento, esta mostrando um panorama do momento que vivemos a caminho do futuro e como a mídia esta lidando com isso. O livro "CULTURA DA CONVERGÊNCIA", do autor Henry Jenkins, mostra fronteiras culturais e de tendência muito mais claras e que deixam rastros de suas futuras evidencias. O mais interessante é que muitas coisas do que achavamos tendencia, principalmente sobre existir um único produto (Black Box) que fizesse tudo, a realidade, no |Ponto de vista de Nós designers de Produto, é que surgirão diversos aparelhos que poderão fazer as mesmas funções.....
Não vou falar muito mais sobre isso aqui neste post, pois quero fazer uma resenha analitica de cada um dos livros começando com A Galaxia da Internet... (isso sim é ser funcional)