Postado anteriormente pelo Luba eu estou passando para frente para que todos vejam. Este é um vídeo conceitual da IDEO, para o ano 2030. O legal é que apesar de tudo as pessoas continuarão abrindo portas com chaves
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questão: Numa era de Cultura da Convergência, o que é fazer um produto da Convergência?
Muitos teóricos como Henty Jenkins estão mudando a forma de ver os produtos. O que muitos acreditavam ser uma tendência de os produtos se tornarem um único, conhecido como teoria do "Black Box" esta caindo, para surgir uma nova discussão, aonde a pauta esta em fazer sim diversos produtos, porem para necessidades de convivência diferentes, ou seja, o Lep que vc usa no trabalho, não necessariamente sera igual ao que vc usa para diversão, porem todos tem que conter esta cultura da Convergência, o que na web é conhecido como WEB 2.0.
questão: Numa era de Cultura da Convergência, o que é fazer um produto da Convergência?
Muitos teóricos como Henty Jenkins estão mudando a forma de ver os produtos. O que muitos acreditavam ser uma tendência de os produtos se tornarem um único, conhecido como teoria do "Black Box" esta caindo, para surgir uma nova discussão, aonde a pauta esta em fazer sim diversos produtos, porem para necessidades de convivência diferentes, ou seja, o Lep que vc usa no trabalho, não necessariamente sera igual ao que vc usa para diversão, porem todos tem que conter esta cultura da Convergência, o que na web é conhecido como WEB 2.0.
No blog de Tom Dickson, famoso por triturar objetos nem um pouco tradicionais no seu liquidificador, aprontou mais uma, só que agora com o mais recente lançamento da MAC, o Ipad, (lançamento 05/04/2010)... chega a ser comedia e da um certo aperto no coração...mas não é a primeira vez que ele faz isso...
IPAD - Will it Blend
Ipod - Will Tec
... IPODe com isso? Isso sim é a verdadeira cultura da convergência... o pior é ele anunciar no e-bay
No blog de Tom Dickson, famoso por triturar objetos nem um pouco tradicionais no seu liquidificador, aprontou mais uma, só que agora com o mais recente lançamento da MAC, o Ipad, (lançamento 05/04/2010)... chega a ser comedia e da um certo aperto no coração...mas não é a primeira vez que ele faz isso...
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... IPODe com isso? Isso sim é a verdadeira cultura da convergência... o pior é ele anunciar no e-bay
"Henry Jenkins, professor de Ciências Humanas, é fundador e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT – Massachusetts Institute of Technology. A instituição também sedia o C3 – Convergence Culture Consortium, instituto que tem como patrocinadores mtv Networks, Grupo Turner, Yahoo! Inc., gsdm&Idea City e Fidelity Capital.
É autor e/ou editor de 11 livros. Sua carreira, até agora, inclui conferência sobre Violência no Marketing para a Juventude, perante a audiência do Comitê de Comércio do Senado americano, após o massacre da escola Columbine; a promoção da educação para o letramento midiático na Federal Communications Commission; palestra no Governor’s Board of the World Economic Forum sobre propriedade intelectual e criatividade alternativa; a presidência da Education Arcade, que promove o uso educativo do computador e de videogames; a publicação mensal de uma coluna sobre tecnologia para as revistas Technology Review e Computer Games; e consultoria para grandes empresas sobre relações com os consumidores.
"Henry Jenkins, professor de Ciências Humanas, é fundador e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT – Massachusetts Institute of Technology. A instituição também sedia o C3 – Convergence Culture Consortium, instituto que tem como patrocinadores mtv Networks, Grupo Turner, Yahoo! Inc., gsdm&Idea City e Fidelity Capital.
É autor e/ou editor de 11 livros. Sua carreira, até agora, inclui conferência sobre Violência no Marketing para a Juventude, perante a audiência do Comitê de Comércio do Senado americano, após o massacre da escola Columbine; a promoção da educação para o letramento midiático na Federal Communications Commission; palestra no Governor’s Board of the World Economic Forum sobre propriedade intelectual e criatividade alternativa; a presidência da Education Arcade, que promove o uso educativo do computador e de videogames; a publicação mensal de uma coluna sobre tecnologia para as revistas Technology Review e Computer Games; e consultoria para grandes empresas sobre relações com os consumidores.
Finalizando o capitulo 3. Em todo o seu conteúdo, Matrix nos leva a uma revolução, não só do cinema, mas de como as Mídias, e principalmente o Cinema deve encarar esta convergência de dados. A Bruxa de Balir, foi o grande precursor deste tipo de situação, pois, foi um filme extremamente barato, e que se utilizou da internet e da propaganda Viral, para gerar uma lenda dentro da outra Instigando a curiosidade das pessoas, sobre a tal reportagem de faculdade sobre uma lendária Bruxa de Blair e que acabou fazendo com que tres jovens desapareceram sem deixar vestígios, mas foram encontradas as câmeras e fitas aonde tudo foi gravado, e assim resolveram fazer um documentário sobre isso e passar nos cinemas. A Historia foi tão alarmante, nos de confundindo entre realidade e mentira que ate a History Channel fez um especial com a lenda da Bruxa de Blair.
Outras series fizeram estes tipos de ações de marketing, como foi o caso Dawson's Creek, que criou um site como se fosse a tela do computador do personagem principal, aonde as pessoas podiam vasculahar ate seus e-mails. Depois em alguns capitulos algumas historias eram desenrroladas, dando conteudo a trama. O IA, de Steven Spielberg, foi um filme que gerou, antes de seu lançamento, um Game Intitulado The beast, que levava o jogador ao universo, que mais tarde ele descreveria em IA, porem o jogo se tornou tão complexo e cheio de mistérios que exigiu um esforço coletivo para desvenda-los, o que fez surgir um novo tipo de categoria os ARG - alternative reality gamming, não so pelo lado cooperativo, mas principalmente porque a cada passo que os gamers davam os desenvolvedores precisavam criar novos desafios e rápido.
Por fim, a tendência das comunicações e Midias é se tornarem um grande canal de informação e que tenha um conteúdo sem limites. Hoje e pior sera daqui para frente, é impossível uma pessoa saber tudo sobre todos, mas o que realmente temos que saber? Uma vez escutei " O mais importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe", acho esta frase perfeita, pois o mundo participativo só é porque cada pessoa o faz ficar do tamanho que esta. O conteúdo fica, praticamente, infindavel, e sim, as relações começam a se tornar a chave para irmos cada vez mais longe.
Não deixa de ser ironico, pois tudo aquilo que os alarmistas falavam na decada de 90 sobre a internet e as maquinas, esta exatamente oposto. Ao inverso de estarmos nos trancando e vivendo o individualismo, estamos começando a experimentar uma potência jamais vista de comunicações, isso ´porque 10% da população mundial tem ascesso a net. Isso sim se tornara maior do que a lendária Biblioteca de Alexandria.
E para os Designers de Produto, o que resta? repensar e perceber que temos novos desafios de conectividade de transmidias que devem sofrer reflexões, afinal, como seres humanos, temos necessidades diferentes....vejo isso, refletido ate em propagandas de desodorante (rexona), que muda do dia para noite, ou dos carros Flex...parafraseando Arnaldo Antunes..."..as palavras estão no chão é so pegar que vc acha a solução" (mais ou menos isso)
Finalizando o capitulo 3. Em todo o seu conteúdo, Matrix nos leva a uma revolução, não só do cinema, mas de como as Mídias, e principalmente o Cinema deve encarar esta convergência de dados. A Bruxa de Balir, foi o grande precursor deste tipo de situação, pois, foi um filme extremamente barato, e que se utilizou da internet e da propaganda Viral, para gerar uma lenda dentro da outra Instigando a curiosidade das pessoas, sobre a tal reportagem de faculdade sobre uma lendária Bruxa de Blair e que acabou fazendo com que tres jovens desapareceram sem deixar vestígios, mas foram encontradas as câmeras e fitas aonde tudo foi gravado, e assim resolveram fazer um documentário sobre isso e passar nos cinemas. A Historia foi tão alarmante, nos de confundindo entre realidade e mentira que ate a History Channel fez um especial com a lenda da Bruxa de Blair.
Outras series fizeram estes tipos de ações de marketing, como foi o caso Dawson's Creek, que criou um site como se fosse a tela do computador do personagem principal, aonde as pessoas podiam vasculahar ate seus e-mails. Depois em alguns capitulos algumas historias eram desenrroladas, dando conteudo a trama. O IA, de Steven Spielberg, foi um filme que gerou, antes de seu lançamento, um Game Intitulado The beast, que levava o jogador ao universo, que mais tarde ele descreveria em IA, porem o jogo se tornou tão complexo e cheio de mistérios que exigiu um esforço coletivo para desvenda-los, o que fez surgir um novo tipo de categoria os ARG - alternative reality gamming, não so pelo lado cooperativo, mas principalmente porque a cada passo que os gamers davam os desenvolvedores precisavam criar novos desafios e rápido.
Por fim, a tendência das comunicações e Midias é se tornarem um grande canal de informação e que tenha um conteúdo sem limites. Hoje e pior sera daqui para frente, é impossível uma pessoa saber tudo sobre todos, mas o que realmente temos que saber? Uma vez escutei " O mais importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe", acho esta frase perfeita, pois o mundo participativo só é porque cada pessoa o faz ficar do tamanho que esta. O conteúdo fica, praticamente, infindavel, e sim, as relações começam a se tornar a chave para irmos cada vez mais longe.
Não deixa de ser ironico, pois tudo aquilo que os alarmistas falavam na decada de 90 sobre a internet e as maquinas, esta exatamente oposto. Ao inverso de estarmos nos trancando e vivendo o individualismo, estamos começando a experimentar uma potência jamais vista de comunicações, isso ´porque 10% da população mundial tem ascesso a net. Isso sim se tornara maior do que a lendária Biblioteca de Alexandria.
E para os Designers de Produto, o que resta? repensar e perceber que temos novos desafios de conectividade de transmidias que devem sofrer reflexões, afinal, como seres humanos, temos necessidades diferentes....vejo isso, refletido ate em propagandas de desodorante (rexona), que muda do dia para noite, ou dos carros Flex...parafraseando Arnaldo Antunes..."..as palavras estão no chão é so pegar que vc acha a solução" (mais ou menos isso)
Estou entrando em uma das partes que julgo ser a mais interessante, pois neste capitulo o autor analisa como o filme Matrix e suas seqüencias, se utilizaram da Trnasmidia para fazer suas divulgações.
Ao contrario do que muitos acreditavam, as midias que foram lançadas para Matrix, como Animatrix o game (enter de Matrix), os quadrinhos etc, foram planejados desde o inicio, nas primeiras pinseladas do filme. Os Irmãos Wachowski pensaram em um universo de midias, que uma completasse a outra na historia, inclusive muitas das coisas que ocorreram no animatrix são mostradas no segundo filme, Matrix Realoaded. Por exemplo, o rapaz de nome desconhecido que é conhecido como Kid no filme, que aparece querendo trabalhar com o Neo no Nabucodonossor, ele faz parte de um capitulo do animatrix intitulado The Kid, e quando o Neo fala "...não fui eu que te salvei, você é que nos encontrou", para quem assiste o filme e somente ele (s) não vai entender porem, e eu fui um destes casos, para quem assistiu o animatrix e muito boa a sensação de que as coisas não são tão soltas quanto parecem, no momento que ele chamou o rapaz de Kid e vendo a fisionomia dele eu saquei na hora que era do The Kid, eu, particularmente especulei que ele seria o the ONE, já que tinha achado a matrix sem precisar de ajuda para desplugar.
Algumas outras passagens das mídias se relacionavam diretamente e sei que para muitos isso foi estranho e ate se fala em um insucesso deste tipo de acontecimento, mas é claro, tudo que tem sua primeira vez agrada a uns e choca a outros, mas para mim isso foi um grande passo para entendermos e vermos que as mídias e comunicações futuramente serão assim...CONTINUA
Estou entrando em uma das partes que julgo ser a mais interessante, pois neste capitulo o autor analisa como o filme Matrix e suas seqüencias, se utilizaram da Trnasmidia para fazer suas divulgações.
Ao contrario do que muitos acreditavam, as midias que foram lançadas para Matrix, como Animatrix o game (enter de Matrix), os quadrinhos etc, foram planejados desde o inicio, nas primeiras pinseladas do filme. Os Irmãos Wachowski pensaram em um universo de midias, que uma completasse a outra na historia, inclusive muitas das coisas que ocorreram no animatrix são mostradas no segundo filme, Matrix Realoaded. Por exemplo, o rapaz de nome desconhecido que é conhecido como Kid no filme, que aparece querendo trabalhar com o Neo no Nabucodonossor, ele faz parte de um capitulo do animatrix intitulado The Kid, e quando o Neo fala "...não fui eu que te salvei, você é que nos encontrou", para quem assiste o filme e somente ele (s) não vai entender porem, e eu fui um destes casos, para quem assistiu o animatrix e muito boa a sensação de que as coisas não são tão soltas quanto parecem, no momento que ele chamou o rapaz de Kid e vendo a fisionomia dele eu saquei na hora que era do The Kid, eu, particularmente especulei que ele seria o the ONE, já que tinha achado a matrix sem precisar de ajuda para desplugar.
Algumas outras passagens das mídias se relacionavam diretamente e sei que para muitos isso foi estranho e ate se fala em um insucesso deste tipo de acontecimento, mas é claro, tudo que tem sua primeira vez agrada a uns e choca a outros, mas para mim isso foi um grande passo para entendermos e vermos que as mídias e comunicações futuramente serão assim...CONTINUA
Neste capitulo, o autor continua com sua divagação sobre a tendência de como as comunicações irão se dar. Porem, como case ele elege o programa britânico American Idol, no Brasil conhecido como Ídolos, que durante um tempo era do SBT a emissora acabou perdendo para a Rede Record.
Um dos pontos mais importantes que ele levanta, é a existência de um tipo de publico, que não necessariamente bate recordes de audiência, mas perpetua a existência da "marca", os Lovemarkes, que são fãs assíduos de marcas famosas, como Nike, Coca-Cola e porque não esquecer...Aplle.
Esse tipo de publico esta alcançando patamares de importância tão grandes com a massificação da comunicação, através da WWW, que em muitos casos eles são os fatores determinantes para o desenrolar da historia.
Como o American Idol é um programa de show de talentos, que elegera o próximo Ídolo, seu formato é pensado a evitar um tipo de publico muito conhecido, principalmente com a entrada de dezenas de canais, os Zapiadores. A idéia é sempre se fazer uma forma de programa que envolva e conte a historia em muito pouco tempo, e é por este motivo que American Idol, vive tendo reprises de como o candidato chegou ate aquele ponto. Existe uma especulação de que os programas, em um futuro não distante, tenha um enrredo, que no Maximo se desenrolem em 30 min.
mas a questão dos Lovemarkers esta em uma abóboda de possibilidades que foge da verdadeira marca, ou seja, um exemplo é a Coca-Cola, que hoje se considera muito mais uma empresa de Branding e marketing do que uma engarrafadora de refrigerantes. Em seus diversos meios de atingir ao publico, cada vez mais exigente, eles atacam por todos os lados. São criados diversos sites temáticos, como DJ aonde você faz a musica, de game e assim vai. Esse publico, mostrou ao mercado que esta ocorrendo uma grande transformação de tendência da própria marca, ao invés de se considerar a marca como "Propriedade Intelectual" ela esta ganhando uma nova remodelação e atingindo o que vem sendo chamado de "Capital Emocional".
Só para fazer uma colocação interessante nos meios de Tranasmidia, o próprio exercito americano gerou um produto que tinha a intenção de chamar os jovens para o Exercito. deste projeto surgiu o Americans Army, um game com gráficos incríveis, muitas vezes melhores do que jogos da mesma época, que mostrava o que era estar em guerra, e o melhor era totalmente Free For Fun. Não só os americanos consumiram, mas o mundo todo.
Esse mercado de Lovemarkes tem ate um índice que mostra a importância da fidelização e manutenção deles, um tem,o que os economista chamam de 80/20 que consiste: " 80% das compras são feitas por 20% de sua base de consumidores". Pensando em economia de escala, imagina a capacidade de consumo certo que é gerado por este numero.
Um dos subtítulos deste capitulo que me chamou a atenção foi " Como a Fofoca Estimula a Convergência", por mais que seja estranho, é isso que gera a confiança, as mídias de massas e mídias sociais, geram questionamentos dos próprios consumidores, criando um campo de analise ate então nunca experimentado pelas marcas. Nestes campos, as industrias e empresas, podem entender a que caminho devem tomar.
Em um dos sites de discução do American Idol, foi citado por um telespectador assíduo, que se tal pessoa não ganhasse aquele ano, isso iria mostrar como o programa era falso e comprado e tinha cartas marcadas.
Desta maneira se percebeu que os Fãs clubes se tornam uma espécie de "marketing Alternativo" e que é através deles que uma marca pode se tornar uma lenda. Uma coisa importante é perceber o que vem acontecendo, por exemplo, no mundo da culinária, existe uma vertente que estuda as "conforts Foods" ou seja, comidas que nem são tão boas, como Amendocrem, mas que causam as pessoas um reviver um momento marcante de sua historia.
As relações estão mudando e realmente não existe mais fronteiras, mas ao contrario do que muitos acreditavam, a tendência é de ocorrer uma maior humanização, por causa destas mídias do que uma geração Fria, pois eles estão trocando experiências e entendendo que não estamos só.
Neste capitulo, o autor continua com sua divagação sobre a tendência de como as comunicações irão se dar. Porem, como case ele elege o programa britânico American Idol, no Brasil conhecido como Ídolos, que durante um tempo era do SBT a emissora acabou perdendo para a Rede Record.
Um dos pontos mais importantes que ele levanta, é a existência de um tipo de publico, que não necessariamente bate recordes de audiência, mas perpetua a existência da "marca", os Lovemarkes, que são fãs assíduos de marcas famosas, como Nike, Coca-Cola e porque não esquecer...Aplle.
Esse tipo de publico esta alcançando patamares de importância tão grandes com a massificação da comunicação, através da WWW, que em muitos casos eles são os fatores determinantes para o desenrolar da historia.
Como o American Idol é um programa de show de talentos, que elegera o próximo Ídolo, seu formato é pensado a evitar um tipo de publico muito conhecido, principalmente com a entrada de dezenas de canais, os Zapiadores. A idéia é sempre se fazer uma forma de programa que envolva e conte a historia em muito pouco tempo, e é por este motivo que American Idol, vive tendo reprises de como o candidato chegou ate aquele ponto. Existe uma especulação de que os programas, em um futuro não distante, tenha um enrredo, que no Maximo se desenrolem em 30 min.
mas a questão dos Lovemarkers esta em uma abóboda de possibilidades que foge da verdadeira marca, ou seja, um exemplo é a Coca-Cola, que hoje se considera muito mais uma empresa de Branding e marketing do que uma engarrafadora de refrigerantes. Em seus diversos meios de atingir ao publico, cada vez mais exigente, eles atacam por todos os lados. São criados diversos sites temáticos, como DJ aonde você faz a musica, de game e assim vai. Esse publico, mostrou ao mercado que esta ocorrendo uma grande transformação de tendência da própria marca, ao invés de se considerar a marca como "Propriedade Intelectual" ela esta ganhando uma nova remodelação e atingindo o que vem sendo chamado de "Capital Emocional".
Só para fazer uma colocação interessante nos meios de Tranasmidia, o próprio exercito americano gerou um produto que tinha a intenção de chamar os jovens para o Exercito. deste projeto surgiu o Americans Army, um game com gráficos incríveis, muitas vezes melhores do que jogos da mesma época, que mostrava o que era estar em guerra, e o melhor era totalmente Free For Fun. Não só os americanos consumiram, mas o mundo todo.
Esse mercado de Lovemarkes tem ate um índice que mostra a importância da fidelização e manutenção deles, um tem,o que os economista chamam de 80/20 que consiste: " 80% das compras são feitas por 20% de sua base de consumidores". Pensando em economia de escala, imagina a capacidade de consumo certo que é gerado por este numero.
Um dos subtítulos deste capitulo que me chamou a atenção foi " Como a Fofoca Estimula a Convergência", por mais que seja estranho, é isso que gera a confiança, as mídias de massas e mídias sociais, geram questionamentos dos próprios consumidores, criando um campo de analise ate então nunca experimentado pelas marcas. Nestes campos, as industrias e empresas, podem entender a que caminho devem tomar.
Em um dos sites de discução do American Idol, foi citado por um telespectador assíduo, que se tal pessoa não ganhasse aquele ano, isso iria mostrar como o programa era falso e comprado e tinha cartas marcadas.
Desta maneira se percebeu que os Fãs clubes se tornam uma espécie de "marketing Alternativo" e que é através deles que uma marca pode se tornar uma lenda. Uma coisa importante é perceber o que vem acontecendo, por exemplo, no mundo da culinária, existe uma vertente que estuda as "conforts Foods" ou seja, comidas que nem são tão boas, como Amendocrem, mas que causam as pessoas um reviver um momento marcante de sua historia.
As relações estão mudando e realmente não existe mais fronteiras, mas ao contrario do que muitos acreditavam, a tendência é de ocorrer uma maior humanização, por causa destas mídias do que uma geração Fria, pois eles estão trocando experiências e entendendo que não estamos só.
Aqui entramos em uma parte curiosa do livro, pois a partir deste capitulo o autor, mostra através de cases, sobre programas de TV e Filmes, as relações, não só dos espectadores sobre os shows, mas como elas influenciam de forma, muitas vezes, deterministas o encaminhamento do produto. No caso deste capitulo, o estudo cai sobre um programa de Reality Show conhecido como SUVIVOR, um grande sucesso nos EUA (e no mundo) aonde as comunidades de Mídias Sócias com seus fãs tem uma influencia marcante na serie. Basicamente é retratada uma historia de um spoiler (como se fosse um fã), o ChillOne, quem em uma de suas aparentes viagens descobre o local aonde ocorre o reality e através de inferências e deduções ele cria uma lógica construtiva de como o show deve se comportar ate o fim da temporada. O show é muito parecido com que conhecemos aqui no Brasil como Big Brother Brasil (BBB), aonde ocorrem algumas provas e as pessoas podem ser eliminadas. Esse tal de ChillOne se torna uma figura tão poderosa que influencia toda a temporada e recai sobre ele algumas especulações sobre o quanto realmente ele é um spoiler ou é um "agente infiltrado" da própria emissora para causar esses acontecimentos. O fato é que a emissora e o próprio ChillOne negam até um ponto em que há embates jurídicos. Até hoje ninguém sabe a verdade, e possivelmente nunca saberemos, a não ser que la pelos 80 anos o ChillOne resolva escrever um livro de memórias.
A grande questão não é o ChillOne, mas a discussão sobre a influencia das mídias sociais e os fãs de uma serie, por exemplo. O que o autor repara é que desde o momento que antecede o inicio do show, ate depois do seu fim, um grande conglomerado de pessoas começam a postar em seus Blogs, Sites, Sites de Relacionamento etc, uma infinidade de "pistas" sobre o que possivelmente ocorra ao decorrer da temporada, gerando uma especulação, que a partir de um momento, ninguém mais sabe se é verdade ou mentira. Muitas destas comunidades põem cenas ou vídeos como prova de sua argumentação, o que vira uma verdadeira febre. O mais curioso é que isso sempre ocorreu, só que com o advento da WWW, as coisas se tornam quase que instantâneas assim como as especulações.
O quanto, neste momento histórico em que vivemos as nossas ações realmente se torna fundamental para a existência do sistema. Por exemplo, aqui no Brasil, existem vários relatos, de atores e autores, por exemplo, de novelas que fala o quanto eles encaminham as historias das novelas de acordo com a percepção ou desejo de seu publico. Mas talvez o comentário mais inusitado é que existe uma linha tênue entre o que o publico deseja saber e mesmo assim continuara a acompanhar a serie e o que vai ser um grande estraga prazer. Hoje os diretores e idealizadores têm que pensar em tudo isso. Geralmente sabemos como começa mas não como termina. Não é por acaso que cada vez mais as TV´s abertas estão investindo em programas de uma dinâmica espontânea, o que conhecemos como "IMPROVISO", aonde o próprio publico participa da temática e do show. Não só em shows, mas na vida cotidiana temos que nos mostrar capazes de agir com improviso.